O ENAM é uma prova nova, e isso muda o problema.
Em concursos antigos, existe um acúmulo de décadas de provas, cadernos de questões e planos de estudo prontos. No Exame Nacional da Magistratura, esse acervo ainda está sendo formado.
O efeito prático é que muita gente estuda o ENAM como se fosse um concurso de magistratura comum, com a mesma amplitude e a mesma distribuição de tempo. E aí a preparação vira uma leitura extensa sem hierarquia.
Estudar tudo com o mesmo peso não é rigor.
É falta de informação sobre a prova. Toda hora dedicada a um tema é uma hora que não foi para outro, e sem saber como a banca distribui as questões essa escolha vira aposta.